A Globo anunciou uma expansão nos planos para o filme “Antártida”, protagonizado por Marina Ruy Barbosa, que representa o primeiro projeto da atriz na emissora após o término de seu contrato de exclusividade. Originalmente concebido apenas para plataformas de streaming, a produção agora também será exibida nos cinemas em setembro, uma decisão que evidencia a confiança da emissora no potencial desta obra desenvolvida pelo Núcleo de Filmes dos Estúdios Globo.
O enredo do thriller psicológico gira em torno de Inês, interpretada por Marina, uma cientista com especialização em glaciologia que parte para uma expedição na Antártida. O que inicialmente se apresenta como uma missão científica rapidamente se transforma em um pesadelo quando Inês se torna vítima de um estupro na base isolada da Marinha brasileira onde a narrativa se desenrola.
Após este evento, a trama mergulha em um clima de tensão psicológica e paranoia. Sem opções de fuga e cercada por um pequeno grupo em meio ao isolamento extremo do continente gelado, Inês deve conviver constantemente com homens que podem ser seus agressores.
O elenco do filme é composto por nomes renomados. Além de Marina Ruy Barbosa, participam da produção Lázaro Ramos, Renan Monteiro, João Vitor Silva, Gero Camilo, Henrique Barreira, Marcos Andrade e Adelio Lima, todos considerados suspeitos ao longo da investigação.
Andrea Beltrão interpreta Irene, subcomandante da base militar encarregada de investigar o crime enquanto lida com suas próprias questões pessoais. Leandra Leal e Mariana Sena também fazem parte do elenco feminino central da narrativa.
Com temperaturas extremas e um ambiente sufocante repleto de desconfiança, “Antártida” cria um clima tenso que intensifica o suspense. A apuração do crime entrelaça-se com os traumas emocionais enfrentados pela protagonista e os segredos ocultos dos membros da missão.
Embora ambientado no continente mais frio do mundo, as filmagens ocorreram no Rio de Janeiro. A equipe conseguiu reproduzir a atmosfera gelada da Antártida em estúdio através de efeitos visuais e cenários cuidadosamente projetados para simular o isolamento da base militar.
A decisão de levar “Antártida” para as salas de cinema também reflete a nova abordagem da Globo em relação às produções originais voltadas ao streaming. Com essa estratégia, a emissora posiciona o projeto como uma das suas principais apostas no audiovisual para 2026.
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