Na madrugada desta quinta-feira (3/9), um terremoto de magnitude 5 ocorreu na região do Tibete, na China, apenas uma semana após uma avalanche devastadora que atingiu comunidades no Himalaia. O tremor foi detectado às 2h16 (horário de Brasília) a uma profundidade de 10 quilômetros, em uma área próxima à fronteira indiana.
Até o presente momento, não há relatos de feridos ou danos materiais significativos por parte das autoridades internacionais. Apesar do alarme inicial, agências especializadas em geociências informaram que o recente abalo sísmico aconteceu em uma encosta distante da fronteira com o Nepal, onde ocorreu a tragédia na quarta-feira passada (26/8).
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A calamidade da semana anterior resultou em um trágico número total de vítimas, com registros de pelo menos 1.252 mortos e outros 4.216 desaparecidos somente no território nepalês, além de contabilizar até agora 21 falecidos e cerca de 541 pessoas perdidas do lado chinês. Curiosamente, novas descobertas científicas surgiram a respeito do evento catastrófico que tirou a vida de milhares.
Inicialmente, acreditava-se que um terremoto havia causado o deslizamento que afetou o Nepal. Contudo, uma análise detalhada das imagens obtidas via satélite realizada pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos descartou essa hipótese relacionada ao movimento tectônico. A intensa energia detectada pelos sismógrafos, correspondente a um tremor de magnitude estimada em torno de 5,2, foi atribuída ao colapso da geleira.
A gigantesca massa glacial desabou a partir de uma altitude de aproximadamente 5.200 metros, impactando o rio Lhende Khola e provocando a formação de uma enxurrada repleta de detritos.
